quarta-feira, 18 de abril de 2018

A Simulação de voo e a Formação Aeronáutica

Fala galera! Tudo bom com vocês?
Para quem estava com saudade das postagens, estamos retornando com uma nova matéria para vocês.
No momento estamos em uma fase especial, pois estamos concretizando o “projeto Aerocon Virtual” e fazendo-o tornar-se realidade, já que estamos na etapa prática da formação de piloto privado.
Nosso blog já tem sete anos de atividade e partiu da ideia de simular as operações da Aerocon nos simuladores de voo. Estes softwares têm papel fundamental na formação de qualquer aviador, pois permitem o aprofundamento, compreensão e aperfeiçoamento do treinamento dos usuários que se encontram na fase de treinamento ou ainda realizando a renovação de suas habilitações em aeronaves TIPO. O simulador de voo é uma ferramenta fantástica quando utilizada corretamente.
Nesta matéria, apresentaremos a vocês as vantagens da utilização dos simuladores de voo.



Atualmente os simuladores são programas bastante sofisticados que auxiliam na formação de qualquer piloto. Os padrões de simulação vem se aprimorando demasiadamente ao longo dos anos, mas vamos recordar algumas coisas: quem nunca brincou com um Cessninha no Flight Simulator, treinando decolagens, pousos, curvas e outras manobras? Todos nós, com certeza. Ou ainda resolveu fazer aquele voo internacional de Boeing 747 pra mostrar que era capaz? Bons dias, não é mesmo?
Hoje os donos do mercado são o Prepar3D da Lockheed Martin, X-Plane 10 e 11 da Laminar Research, Flight Simulator X (atualmente representado pela Steam) e até mesmo o Flight Simulator 2004 da Microsoft, além de outros como Condor Soaring, RealFlight, Digital Combat Simulator World, AeroFlyFS, dentre outros. 
Todo simulador de voo possui um foco específico, seja este para aviação civil, militar (ou ambas) e até mesmo ao aeromodelismo. Este software permite um treinamento de qualidade para qualquer usuário, desde que este seja usado corretamente. Um treinamento IFR, por exemplo, é uma tarefa que pode ser realizada e aprimorada perfeitamente no ambiente da simulação. Outras funções como treinamento de voo a vela, acrobacia, combate aéreo, etc., podem ser realizadas também, dependendo do foco do simulador.
Ainda, diversos centros de treinamento, como a norte-americana CAE, contam com simuladores altamente avançados para capacitação e treinamento de pilotos. Estes, por sua vez, simulam todas as funções de uma aeronave real, com qualquer parâmetro que seja inserido. 

Estes simuladores são divididos nas Níveis A, B, C e D
Nível A: poucos movimentos, exclusivo para aviões;
Nível B: utiliza três eixos para a movimentação. Mais utilizado para helicópteros;
Nível C: possui uma plataforma de movimentação e maior campo de visão para os pilotos que estejam em treinamento;
Nível D: famoso Level D ou full-motion simulator. Simula todos os parâmetros e movimentos de uma aeronave real;

O treinamento em simuladores mais complexos, geralmente feitos em centros de treinamento, dedica-se a obtenção ou renovação de habilitação em aeronave TIPO. Esta, define-se como “qualquer aeronave que possua peso máximo de decolagem (MTOW) superior a 12,500lbs ou de pilotagem e operação complexa, que exige maior atenção da tripulação" segundo o órgão regente. Alguns exemplos de aeronaves TIPO são os jatos das famílias Citation, Phenom, alguns modelos da família King Air, os modelos comerciais Boeing, Airbus e Embraer e até mesmo alguns helicópteros Sikorsky, Bell e LeonardoFinmeccanica (antiga AgustaWestland).
Para os fãs de aviação e alunos pilotos, os simuladores de voo proporcionam ainda um ótimo aprendizado também. Confira a seguir


Desde a década de 80, o Flight Simulator foi um software de muito sucesso que despertou em muitos a paixão de voar. Ele se tornou uma marca que cresceu cada vez mais no mercado e ganhou concorrentes (X-Plane) e versões próprias aprimoradas (FSX: Steam e P3D). E com certeza, qualquer aviador já sonhou em ver seu avião ou helicóptero favorito em seu simulador de voo, o que foi possível graças às desenvolvedoras de add-ons.
Mas convenhamos, quem não tem aquele amigo que conhece o 737, de ponta a ponta, que sabe programar o FMC, decolar, engajar o autopilot e depois pousar numa TMA_SP movimentada, mas não consegue acionar o Cessninha da escola de aviação? Mas isso faz parte. Aí que entra a importância do uso correto de um simulador.
Para os iniciantes, os modelos mais recomendados para o treinamento são justamente as aeronaves mais simples, como os Cessna 152 e 172 ou Piper Cherokee e Archer, por serem fáceis de operar e propriamente, por serem estas aeronaves que o aluno piloto irá encontrar nas escolas de aviação. Mas aí também se encontra um fator chave: o estudo e desenvolvimento do aluno no ambiente virtual. 
A simulação aérea permite um maior conhecimento do ambiente da cabine e da própria aeronave. A famosa frase “puxa o manche, sobe, empurra o manche, desce, girando pros lados faz curva” remete a uma noção básica que o programa permite que o usuário conheça e aprimore, pois ele passará a prestar mais atenção nos movimentos e nos comandos da aeronave, aprendendo a utilizar corretamente cada comando de voo e cada recurso que é oferecido, progredindo com o tempo, podendo aplicar isto no seu treinamento de piloto privado, buscando a perfeita coordenação dos comandos. Claramente, com o tempo, o usuário tenderá a simular com mais seriedade, buscando compreender cada movimento, procedimento, realização de cada item da checklist, informe de alarme e reação que venha a acontecer em sua aeronave virtual, despertando interesse em solucionar panes, compreender o funcionamento do aparelho e até facilitando no processo de desenvolvimento de consciência situacional.
Para o aluno piloto que inicia sua carreira, um treinamento de manobras básicas é bastante importante, pois assim ele irá compreender como seu avião funciona. Do básico ele partirá para etapas mais complexas como o treinamento do IFR (elementar para sua formação), programação de FMC, uso adequado de fraseologia, dentre outras funções primordiais que ocorrem na aviação real.



Os simuladores são ferramentas fundamentais quando falamos de familiarização com as aeronaves reais. Quem não conhece a cabine de um Boeing ou Airbus graças a algum simulador de voo, não é mesmo? Mas e a cabine e os instrumentos do Cessninha que você voa ou um dia irá voar, você conhece bem?
Felizmente, graças aos modelos de aeronaves presentes no simulador (e aos add-ons) é possível conhecer detalhadamente o painel de qualquer aeronave e a função de cada switch e instrumento ali presente.
Tomando o exemplo acima como base, podemos realizar uma breve comparação do cockpit do Cessna 172 real (à esquerda) e virtual (à direita). Embora existam pouquíssimas diferenças na colocação dos instrumentos, a filosofia de operação mantém-se a mesma. Todos os instrumentos do motor, de navegação e de voo, rádios e transponder, manetes de potência e demais alavancas e switches encontram-se ali presentes.
Uma das maiores vantagens oferecidas pela simulação ao aluno piloto é justamente a fácil familiarização e ambientação com o avião que ele irá voar, pois, conhecendo seu avião virtual, ele terá também a facilidade de identificar e interpretar como cada switch e cada instrumento funciona no avião real, associando também cada fator que influencie no seu voo, facilitando e tornando mais prazerosa a pilotagem. Este é um ponto extremamente positivo que a simulação oferece para os iniciantes. E claro, para estes, o mais importante é começar a se ambientar com os aviões mais simples (Cessna 152 e 172, Cherokee, Piper Cub, dentre outros) justamente para compreender seu funcionamento, facilitando no aprendizado durante a fase de instrução aérea.
Claramente, como sugere o nome, os simuladores de voo mais simples auxiliam bastante no processo de aprendizagem, mas ainda não oferecem total realismo, justamente por utilizar programações, dados e outros fatores desenvolvidos no programa. É possível ver a aeronave, o cenário em volta, os instrumentos em funcionamento, dentre outras várias possibilidades, mas ainda assim, o simulador não substitui o voo real (afinal, um usuário que esteja numa cadeira, em frente a seu computador, utilizando seu simulador com teclado e joystick, por exemplo, dificilmente sentirá a sensação cinética e as forças que ocorrem num voo real), embora traga uma excelente base e gere um bom aprendizado ao aluno quando bem utilizado. Ainda, podem ainda existir determinadas diferenças entre a operação de uma aeronave no simulador e na aeronave real, portanto, o Manual de Voo deverá sempre ser consultado.
Longe de “clubismo”, de defender programa A ou B, seja Flight Simulator ou X-Plane, simples ou extremamente complexo, qualquer simulador quando bem utilizado permite testar e aprimorar a experiência do aluno, gerando resultados satisfatórios quando todos os procedimentos forem realizados corretamente.

O grande anseio dos usuários dos simuladores é aprender a operar as mais complexas aeronaves. Os Boeings, Airbus, Embraer e outros aviões comerciais são os favoritos da galera, ainda mais quando falamos dos “heavies” A330, 767, 747, MD-11, dentre outros. Não esqueçamos que a sua formação será com aviões diferentes, não é mesmo?
O ideal é que o aluno foque no aprendizado já nas aeronaves mais simples. O famoso Cessna 172 de qualquer simulador (e da vida real, claro) é um excelente avião para treinamento inicial, já que com este será possível conhecer todo funcionamento de um avião, as manobras fundamentais e seu comportamento. Acontece que as aeronaves que são padrão (também conhecidas como “default”) dos simuladores nem sempre simulam perfeitamente as condições das aeronaves reais. Para isto, portanto, existem add-ons capazes de melhorar a experiência da simulação. Ainda utilizando o C172, para os usuários de Flight Simulator/P3D está disponível o A2A Cessna 172 Trainer, enquanto para o X-Plane está disponível o AirFoilLabs Cessna 172 e, para ambos os simuladores, há também o Carenado C172N. Estes são excelentes add-ons para o treinamento inicial, já que simulam comportamentos semelhantes à da aeronave real, além de conterem documentação e manuais, fichas de peso e balanceamento, checklists e até mesmo procedimentos de inspeção externa.
Outros modelos possíveis de serem utilizados para treinamento inicial são o A2A Cherokee (FSX/P3D), JustFlight Arrow (FSX/P3D/X-Plane), Carenado Archer (FS2004/FSX/P3D/X-Plane);
A vontade do aluno piloto que utiliza o simulador é crescer cada vez mais na simulação, até chegar a um Boeing. Ainda assim, é importante aprender cada etapa e particularidade da operação de uma aeronave bimotora, e logicamente, ter as noções básicas do IFR. Os bimotores mais comuns utilizados são o Seneca e o Baron, sendo possível citar ainda os turboélices da família King Air, que estão disponíveis para qualquer simulador. Tendo domínio perfeito da operação destes modelos, é possível ter um ótimo aprendizado.
O voo por instrumentos, por sua vez, trata-se de algo extremamente interessante e importante, onde o aluno piloto deve compreender cada característica do procedimento que será executado (incluindo os fixos de aproximação, as altitudes e outros fatores importantes de serem ressaltados). Abordaremos isto mais à frente.
Fazendo uma transição para os Boeing e Airbus, atualmente as empresas que ganham o mercado são a PMDG (no universo FSX/P3D), FlightFactor e SSG (X-Plane) por seus add-ons que simulam uma boa parcela da operação das aeronaves comerciais. Para o usuário do simulador, o essencial em conhecer estas aeronaves de médio/grande porte é compreender o funcionamento e preenchimento do Flight Management Computer – FMC – e suas particularidades. Isto facilitará a familiarização do aluno com a aeronave real, mas logicamente não dispensa o treinamento JetTraining, já que são coisas completamente diferentes.
Realizando uma breve transição aos simuladores reais dos grandes centros de treinamento, estes são utilizados especificamente para obtenção ou renovação de habilitação para aeronaves TIPO, que são respectivamente aeronaves executivas e comerciais que exijam uma maior carga de trabalho e atenção especial da tripulação em operação por serem consideradas complexas. Nas empresas aéreas, os treinamentos de tripulação serão realizados em centros de treinamentos próprios das fabricantes das aeronaves (exemplo: Airbus) em cursos extensivos que abordarão todos os aspectos operacionais de uma determinada aeronave. Um ponto extremamente positivo é que todo  este treinamento fornecido pelas entidades abrange vastos conhecimentos, mas requer uma gama de estudos aprofundados e muita dedicação. É possível (e necessário) aprender bastante com os instrutores, para que resultados satisfatórios, tanto no treinamento quanto no voo real, sejam obtidos.

O treinamento em simuladores nas escolas de aviação é um momento muito importante, pois é nele que pilotos tem a possibilidade de sentir o comportamento da aeronave em determinadas situações. É onde ocorre o início da criação de consciência situacional e também uma etapa de compreensão sobre o porquê de cada procedimento ser realizado de uma forma correta e padronizada.
Pelo país temos simuladores para diversos modelos de aviões e até helicópteros. Na região sudeste, por exemplo, encontramos simuladores para aeronaves de grande porte como A320, 737NG e EMB-190, como também para aviões de menor porte como C208 Caravan e Seneca II. Indo para a região sul, encontramos além de simuladores para 737NG, para EMB-110, EMB-120, EMB-145 e Cessna 152.
Trazendo isto para mais perto, na Aerocon Escola de Aviação estão disponíveis três simuladores para treinamento: Simulador VFR (para adaptação e ground school do Cessna 152), AATD IFR GA-18 para treinamento IFR e o Reality focado no treinamento em aeronave a jato (neste caso, do Boeing 737).
Explicando isto em detalhes, para os iniciantes na aviação, é necessária a realização de um Ground School específico para sua aeronave, onde serão abordadas na parte teórica todas as características do avião que o piloto aluno irá comandar, além da realização de um treinamento no simulador VFR para sua prévia adaptação e conhecimento da aeronave, visando que ele compreenda todo processo de operação e realização dos procedimentos com a aeronave. Embora pareça simples, conforme dito anteriormente, esta etapa é importante para que um “vínculo” seja criado entre o aluno e a aeronave, facilitando sua familiarização com a mesma.
Os simuladores IFR por sua vez possuem papel de maior importância, já que o piloto aluno já se encontra em grau avançado e com mais experiência, onde deixará de procurar referências ao seu entorno e passará a monitorar os instrumentos de navegação no painel da aeronave. Todo equipamento utilizado para simulação do voo por instrumentos, utilizado frequentemente durante o curso de Piloto Comercial é devidamente homologado pela ANAC e compete à mesma a fiscalização do cumprimento das funções. A interface destes simuladores consiste em um mock up da cabine de uma aeronave (geralmente mono ou multimotora) com instrumentos de voo, do motor e de navegação dispostos no painel, tendo ênfase especial nestes últimos citados, que serão monitorados frequentemente durante toda fase de instrução, na realização dos procedimentos. O treinamento no simulador IFR GA-18 utilizado pela Aerocon para o treinamento IFR, por exemplo, consiste na realização de 25 horas em simulador, abatendo 20 horas de IFR e ainda abate 10 horas de voo.
Após o treinamento nos simuladores, tanto VFR quando IFR, o aluno prosseguirá para o treinamento real, onde irá colocar em prática tudo que fora ensinado no ambiente virtual, aprimorando suas habilidades com o decorrer do tempo e com o grau de experiência adquirido.


Ao falarmos de voos por instrumentos logo vem em nossa mente aquele tempo fechado onde a visão do piloto fica muito limitada, seja por uma forte chuva ou um denso nevoeiro, e para isso é necessário a utilização de instrumentos de precisão para realizar um voo ou pouso. Existem três tipos de categorias de aproximação por instrumentos:

Categoria I (CAT I): Uma aproximação por instrumento e pouso com uma altura de decisão maior que 60m (200 pés) e visibilidade maior que 800m ou contato visual com a pista maior que 550m.
Categoria II (CAT II):  Uma aproximação por instrumento e pouso com uma altura de decisão inferior a 60 m (200 pés) mas superior a 30 m (100 pés), e contato visual com a pista maior que 350 m.
Categoria III (CAT III): A - Uma aproximação por instrumento e pouso com uma altura de decisão menor que 30 m (100 pés), ou nenhuma altura de decisão e contato visual com a pista maior que 200 m. 
B - Uma aproximação por instrumento e pouso com uma altura de decisão menor que 15 m (50 pés), ou nenhuma altura de decisão e contato visual com a pista menor que 200 m mas não inferior a 50 m. 
C - Uma aproximação por instrumento e pouso sem altura de decisão e sem restrições visuais com a pista.

Para estar preparado para enfrentar situações como essas o piloto deve realizar treinamentos em simuladores, uma vez que essa ferramenta permite a recriação de diversas situações onde a visibilidade é extremamente baixa, permitindo assim vivenciar experiências com segurança. Este treinamento consiste especificamente em doutrinar a tripulação e gerenciar os recursos do cockpit para realizar as operações de forma segura.
Quando falamos em Voo por Instrumentos, nos referimos a procedimentos específicos de saída ou chegada num aeródromo, que envolvem maior precisão e complexidade que um procedimento de aproximação visual, pois exige atenção especial da tripulação quanto ao tráfego nas redondezas, às instruções do órgão de controle e à realização dos itens do checklist, briefings e demais fatos que influenciem tanto no ambiente interno quanto externo. Devemos estar cientes que todo e qualquer procedimento deve possuir uma carta aprovada (Jeppesen ou DECEA) para a realização do mesmo e o briefing da mesma é imprescindível, já que a própria tripulação deverá estar ciente dos mínimos de operação, dos procedimentos que serão realizados e como proceder no caso de arremetida.
Estes procedimentos podem ser tanto de partida (SID - Standard IFR Departure), chegada (STAR - Standard Arrival) e aproximação (IAC - Instrument Approach Chart), balizados por NDB, VOR, VOR/DME, ILS ou ainda serem "autônomos" e não dependerem destes auxílios, característica exclusiva dos procedimentos RNAV e RNP, muito mais precisos. Uma característica importante a ser citada é justamente que cada procedimento possuirá pontos específicos, denominados fly-by (sobrevoo facultativo) e fly-over (sobrevoo obrigatório), além dos fixos de IAF (Initial Approach Fix), IF (Intermediate Fix) e FAF (Final Approach Fix), muito importantes na realização de qualquer aproximação.
O briefing deve ser realizado com antecedência e todas as instruções para sua realização devem ser claras, sem deixar espaço para dúvidas. 
Felizmente, graças aos simuladores, é possível treinar qualquer SID/STAR/IAC também no ambiente virtual. Este treinamento é realizado, conforme citado, nas escolas de aviação e aeroclubes e nos próprios centros de treinamento, buscando capacitar as tripulações e demonstrar a necessidade de operar de forma precisa e segura ao mesmo tempo, focando na integridade da tripulação e na segurança de voo. 


Nessa matéria mostramos a importância que os simuladores têm na formação de um piloto. Explanamos sobre os diversos níveis de simulação, os tipos de aeronaves que possuem simuladores, também mostramos algumas noções básicas e como é feito o treinamento em escolas de aviação, além da importância dos simuladores no voo por instrumentos.
Vimos que é possível desfrutar do uso dos simuladores em diversos ambientes virtuais não ficando restrito apenas às escolas de aviação, não importando se é utilizado o simulador A ou B e é graças a essa poderosa ferramenta que muitas vezes nos desperta a vontade de voar e nos tornarmos profissionais.
Portanto, para você que se interessa por aviação e quer se tornar um piloto, saiba que a simulação fará parte da sua formação e passará por diversas situações nas quais é de extrema importância o uso do simulador de voo.

Fiquem ligados nas novidades que vem por aí e bons voos!

STAFF Aerocon Virtual

domingo, 31 de dezembro de 2017

Feliz 2018!




Mais um ano que se passa, mais experiência adquirida. E é à todos que colaboraram conosco que agradecemos, mais especialmente a você caro leitor e colaborador e aos funcionários e instrutores da Aerocon Escola de Aviação.

Que 2018 venha com muitas conquistas, sucesso e horas de voo à todos!
Feliz 2018!

domingo, 24 de dezembro de 2017

Feliz Natal!


Desejamos a vocês um Natal de saúde e alegrias... Porque coisas boas deverão acontecer a pessoas tão importantes como vocês, que nos incentivam a cada dia!

Feliz Natal e bons voos!




quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Novos Cursos - Aerocon







A Aerocon Virtual tem o prazer de anunciar os novos cursos oferecidos pela Aerocon Escola de Aviação nos dias 20, 21 e 22 de outubro.

→ 20/10, 18h: Marketing Digital (focado para CMS) = R$ 130,00
→ 21/10, das 9 às 18h: Gerenciamento de Crise = R$ 310,00
→ 22/10, das 9 às 18h: Antiterrorismo para a Aviação = R$ 310,00

Combo dos 3 cursos = R$ 330,00

Lembramos também que no dia 23/09 será realizada uma palestra sobre a profissão de Comissário de Bordo. Entrada franca.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e texto
E  no dia 25/09 iniciam as turmas de PP, INVA e CMS. Seu sonho é tornar-se um(a) comandante de aeronave ou comissário(a) de bordo? Vem pra Aerocon!




Gostou? Tem interesse? Mais informações: (41) 3027-4661

terça-feira, 11 de julho de 2017

Desperte a fera


A fera está solta e pronta para voar!

Com excelente desempenho e simplicidade de pilotagem, o Piper Seneca é a aeronave ideal para seu treinamento multimotor.

E para seu treinamento de multimotor, recomendamos: http://www.aerocon.com.br/



quinta-feira, 22 de junho de 2017

Aniversário de 6 anos!

Fala pessoal! A Aerocon Virtual está completando 6 anos de existência e nossa equipe gostaria de agradecer a cada um de vocês que acessam nosso blog e também nosso Facebook. Agradecemos, pois sem vocês não seria possível realizar esse trabalho. Mais uma vez, nosso muito obrigado!


sábado, 8 de abril de 2017

NOTAM - Aerocon

Olá galera!
Depois de tanto tempo afastados, estamos voltando! E já temos notícias pra você que quer ser piloto privado, comercial ou comissário de bordo!

A Aerocon Escola de Aviação está abrindo novas turmas para o mês de Maio. Confiram!


Voar já não é só mais um sonho, mas uma realidade! A Aerocon oferece um curso teórico de excelente qualidade e um treinamento prático ainda melhor. Aqui você voa! Turmas de Piloto Privado e Piloto Comercial com início no dia 18 de maio de 2017!


Quer conhecer a aviação com ainda mais glamour e viajar o mundo tudo? A hora é agora! Com um excelente curso teórico e uma preparação prática, você poderá ser um(a) Comissário(a) de Bordo!

Gostou? Mais informações em www.aerocon.com.br ou ligue (41) 3027-4661

sábado, 31 de dezembro de 2016

Feliz 2017!



Mais um ano que se passa, mais experiência adquirida. E é à todos que colaboraram conosco que agradecemos, mais especialmente a você caro leitor e colaborador e aos funcionários e instrutores da Aerocon Escola de Aviação.

Que 2017 venha com muitas conquistas, sucesso e horas de voo à todos!
Feliz 2017!